segunda-feira, 25 de abril de 2011

Estará sempre em nossos corações...

   Post anterior comentei sobre minha rápida viagem à Goiânia no início do mês. Um dos acontecimentos foi a morte da minha avó... 

   Bom, este e creio que o próximo post irei falar sobre duas pessoas que já se foram... 

   Posso dizer que minha "vida cigana" começou com a cia da minha avó, Dona Maria, como por muitos era conhecida. Para os netos, só podiam chamá-la de mãezinha, com direito resposta se lhe chamasse de "vó". Para os filhos e filhas (12 no total), apenas mamãe.
Meu irmão, vô Mundico, Tia Vilma, Eu, e mãezinha (1994)
   Acho que minha primeira viagem longa foi para Goiás, pois tinha uma mancha e os médicos acreditavam que só tomando banho nas águas mornas da região de Caldas Novas eu melhoraria. Acho que deu resultado, pois não lembro dessa mancha. A única que tenho hoje, ganhei graças a uma aranha que dormiu comigo e fez um estrago no meu pescoço! Sou obrigado a escutar piadinhas de que não lavo o pescoço, nem preciso dizer que quem começou foi meu irmão. 

   Minha avó sempre me levava para suas viagem para Açailândia/MA, cidade próxima da que nasci e morei até meus 12 anos, Imperatriz. Inúmeras foram as vezes durante minha infância que ela me levava para lá. Algumas vezes íamos de ônibus, outras numa "carona" com o fornecedor de cigarros da mercearia que ela e meu avó tinham até uns anos atrás. Eu adorava! 

   Quando não era para a cidade, nosso rumo era para a "roça". Em uma caminhonete sumiamos mata adentro até a fazendo de um tio. Se não estou enganado, eram quase ou mais de 2 horas em cima daquele carro. Fazíamos isso pelo menos umas 4 vezes ao ano. Não lembro quando foi nossa última viagem juntos pra lá, mas creio que eu já tinha meus 10 para 11 anos. Foi quando eu matei uma cobra e posei para fotos com ela e tive um encontro nada interessante com um lobo-guará. 

   Tenho vagas lembranças de todos meus dias por lá... Lembro que eles contavam muitas histórias de onça, caça e eu sempre ficava receoso de no meio da noite, de surpresa algum bicho aparecesse. Bom, lá era da seguinte forma. Havia uma pequena casa com uns 3 cômodos. E na frente uma área grande coberta, que passado os anos aumentaram a casa pra frente (eu acho, nunca mais tinha voltado por lá mesmo). Dormíamos em redes. Ou seja, DanDan ficava lá fora dormindo com todos os outros, pois no quarto que havia dentro da casa, só dormia meu tio e sua esposa.  

   Em Imperatriz fui meio que criado pela minha avó. Sim, ela foi mais uma das minhas mães que tive. Meus dias eram dividos entre a escola, minha casa, a casa do Rocinha (próximo post) e a casa da minha avó. Quando meu avó se embrenhava mato a fora para caçar, eu sempre era o escolhido para dormir lá com ela. Já nem precisava de aviso. Vovô (Seu Mundico, até hoje não sei o porque desse apelido, o nome dele é Raimundo) ia caçar, Daniel já se organizava para passar as três próximas noites na casa dos avós. Nem em casa eu aparecia. Minha avó fazia questão que fosse eu, só eu! Não vou mentir que depois de uns anos, aquilo me deixava meio irritado e implorava para que fosse outra pessoa. Mas no final acabava indo. Mas vou contar o motivo de não querer ir. Minha avó dormia muito cedo e eu queria ficar mais tempo na rua... 
    Minha mãe sempre morou próximo da casa da minha avó. Então isso sempre facilitou que eu praticamente morasse lá com eles. Aliás, até meus 4 ou 5 anos, morávamos com eles. Família quase toda reunida. Casa grande, cabia todo mundo lá. Bons tempos... Lembrei agora de uma festa de bodas de ouro que fizeram para meus avós... Só lembro das fotos. Eu era muito pequeno.

   Em 1997 fui morar em Uruaçu/GO, voltando para o Maranhão em 1998 e ficando por lá até julho de 2000. Nesse período não fiz mais nenhuma viagem com minha avó. Mas sempre fiquei na casa dela. Saia do colégio e seguia para a casa dela. Saia da igreja, e ficava por algumas horas lá com eles. Minha avó na cozinha ou cochilando. Meu avó na mercearia. Eu deitado no sofá zapiando na televisão. Por falar em cozinha. Antigamente minha avó fazia muita broa de nata. Eu amava aquelas broas. Juntavamos por semanas a nata do leite para numa tarde no decorrer da semana, juntar tudo e fazermos as broas que comia mais a massa do que arrumava elas para assar. Mãezinha sempre falava: "Dani, pára de comer, senão não vai sobrar nenhum!".

   Em julho de 2000, voltei a morar em Uruaçu. Foi quando comecei a perder contato com meus avós. Em 2001 no colégio interno, sempre ligava (a cobrar) e ficava conversando um pouco com meus avós. Logo fui para Goiânia. Comecei a viajar e viajar. Fui perdendo de vez contato com eles, e outras pessoas que eu era próximo. Até então nunca mais voltei no Maranhão.
      
Vovô e Mãezinha
   No ano de 2007 e 2008, devido umas viagens longas que fiz para o Pará, consegui voltar por lá. Foi estranho. Antes de seguir para casa da minha tia, passei na casa dos meus avós. Passei uns 10 minutos parado do lado de fora conversando com meu avó que até então não lembrava quem eu era. Minha avó... em momento algum lembrou que eu era (...) me confundindo com outros netos e bisnetos. 

Niver de 93 anos (17/12/10)
    Em 2007, cheguei a visitar outras vezes meus avós. Em 2008, fui meio que obrigado depois do meu avó reclamar, me chamando de neto desnaturado. Sei lá, era estranho pra mim estar na frente de uma pessoa que tanto fez parte da minha vida, e agora não lembrava de mim. Tentava buscar em suas memórias mais profundas alguma vaga lembrança nossa. Dava vontade de gritar.... Sou eu, o Daniel! Aquele que não lhe deixava, dormia com a senhora nas noites que vovô ia pra caça. Aquele que a senhora fazia questão de fazer broa. Aquele que ia em suas viagens pra roça. Que a senhora sempre dava conselhos. Ria. Chorava. Contava histórias. Brincava. Dava umas surras... rs Me sentava em seu colo e ficava me jogando pra cima, e eu caia na gargalhada. ( pausa... lágrimas caem... ). Acabei não aproveitando meus dias com minha avó. Não sabia (apesar de já esperar), que aqueles fossem nossos últimos dias. E mesmo não lembrando de mim, todos os abraços que recebi dela, foram como como os outros. Forte. Sincero. Cheios de ternura. Paz.

Tia Vilma, Mãezinha e minha Mãe!

   Minha avó morreu aos 93 anos. Casada por 71 anos. Criou 12 filhos. Só não vou falar quantos netos e bisnetos ela tem, porque nossa árvore genealogica é bem grandinha. Mas tenho certeza de que ela descança em paz. Durante todos esses meus 26 anos, ela recebeu muito amor de cada um de nós, estando perto, longe. Tendo muito contato ou sem nenhum por anos. 
   Mãezinha, onde quer que esteja, cuide de nós. Que sua paz transbore para todos nós seus filhos, netos, bisnetos e aos que ainda estão por vir, que não terão a oportunidade de ter conhecido, vivido com a senhora. Terei sempre minhas boas lembranças de tudo que vivemos. Estará presente dentro de nossos corações.

2007 





quinta-feira, 14 de abril de 2011

Eh Goiânia, não deu para segurar a barra então eu voltei!


Faziam 16 meses que não aparecia em Goiânia, e voltar depois desse tempo todo foi ótimo! Apenas o curto prazo de tempo que não foi dos melhores, mas... foi de grande valia!
Pç Botafogo e Av. Anhaguera. Vista da Janela do quarto de Mannu.

Saí do Recife na sexta a noite, chegando em Goiânia quase meia-noite. No trajeto, escala em Brasília. Recebo ligação da minha mãe com uma notícia nada legal. Minha avó que já estava internada desde domingo, quase se foi na noite anterior. Senti algo horrivel. Logo comecei a chorar, me controlando aos poucos, com o avião já no ar.
Chegando em Goiânia, meu amigo atrasou um pouco para me apanhar. Enquanto isso, ligar para os amigos! Detalhe que muita gente me acompanhou via SMS’s minha ida e vinda. Acho que eles nunca receberam tantas mensagens minha no mesmo dia. 
St. Bueno. Vista da varanda do ap de Fausto.

 Primeira refeição? Não resisti e já pedi “VAMOS PARA O BAPI!”. Adoro qualquer tipo de refeição dali. Só os presos que estão um tanto mais “salgado”, mas delicioso como sempre. Os sucos, sem comparação, o melhor de todos. Risoto com tomate seco, salada, filé de salmão e suco de uva com côco. Retornei ao Bapi algumas outras vezes, até mesmo porque não sei quando terei o prazer de comer lá de novo! Aqui no Recife infelizmente não tem a franquia deles.
Por falar em comida, sábado comi em um novo restaurante vegetariano. Não lembro agora o nome, mas fica na T-38. Gente... que comida é aquela? MARAVILHOSA! E mais, super barata e com um atendimente perfeito. Você come muito e paga apenas R$ 11 pela maioria dos pratos. Para que é adepto de comida vegetariana e more em Goiânia, não deixe de fazer uma visitinha e degustar muito.
Mannuuu
Stephany.
 No sábado tive a oportunidade de rever duas amigas. Manoela, que esta de repouso por ter feito recentemente uma cirurgia. Foi ótimo revê-la e ela adorou o bolo de rolo que levei! Depois fui comer sushi com a Stephany. Papo vem, papo vai... chegou a hora dela ir, e eu segui para o cinema. Rio em 3D e logo em seguida Vip’s.
Domingão morguei na frente da tv! A noite fui para um show no Martin Cererê, que foi maravilhoso. Reencontrei com minha diva Valéria Costa. Linda e simpática como sempre. Peguei ela desprevinida assim que chegou na casa, acompanhei até o camarim e ainda tiramos uma fotinha. Tem que ter né? 
Eu e Valéria Costa
 Apesar do atraso de uma hora, foi perfeito. Subiu ao palco cantoras que ainda não conhecia e virei fã. Como a Grace Ventura. Uma que não via a anos, a Guida. Uma que já trabalhei com ela no teatro, mas ainda não conhecia pessoalmente seu trabalho como cantora, a Débora Sá. Outra que só conhecia na tv, e ao vivo melhor ainda, a Claúdia Vieira. 
Grace Ventura, Guida e Claudia Vieira
Claudia Cieira, Valéria Costa e Débora Sá.
 Segunda chegou, encontrei com meu amigo Júnior, altos papos! Fui no IF resolver sobre minha transferência que não deu certo ainda. Minha mãe vai ter que fazer pra mim. Encontrei a Beibe na facul. Final do dia o céu caiu em chuva e acabei trancado em casa.
Terça. As horas voaram. Não fiz nada. Fiquei a toa pela casa de minha tia com os pirralhos tirando fotos! 

A viagem foi ótima. Conexão de 2 horas em Brasília que passou voando. No avião fiz amizade com uma senhora daqui do Recife muito gente boa. Gravei uns videos de decolagem e aterrisagem. A escala em Campina Grande foi tão rápida quanto o vôo de 18 minutos até chegar no Recife.
No aeroporto, Felipe Aurélio já estava a minha espera e logo chega Milena! Adorei a surpresa.
Viagem corrida. Poucos dias. Não vi minha mãe. Nem vi 25% das pessoas que gostaria. Mas foi útil. Precisava me desligar um pouco. No domingo recebi a notícia que minha avó faleceu no sábado. Como meu credito estava pouco, minha mãe não conseguiu me avisar no sábado. Evitei pensar no assunto o máximo que pude... Estou bem.   

PS: Videos >>>

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Te amarei mil vidas se preciso for...

Em 2001 sai do colégio interno (IABC) e fui morar em Goiânia, após uma leve estadia em Brasília (só 3 meses). Uma noite, fui para um boteco e de lá me levaram para uma festa particular na casa de um amigo do amigo de um amigo... confuso né? rs 

Festa vai, bebida vem e muita conversa com o vaso (os outros, eu não), fui apresentado a um cd e então foi amor a primeira vista! Vista mesmo, pois escutar só no dia seguinte. Esse amigo do amigo do amigo, tinha dois cds da Valeria Costa, já conhecia uma música que sempre escutava no rádio nas minhas fugidas para escutar música que não fosse adventista. Ai curioso como sou, ele notou minha nova paixão e falou: " se quiser pode ficar, tenho outro igual e ambos autografados". A festa me rendeu bem! Ajudou a ser um grande "Ponto de Partida".

 Quando voltei para casa, fui direto para o som, dei play no cd com direito a som alto. MUITO ALTO. E o amor que até então era apenas "a primeira vista", se tornou desde então, "amor a primeira audição". Primeira, segunda... milhionéssima vez! A partir então passei a ser um fã assíduo. Só nunca tinha conseguido ir a um show dela! 

Em 2002 começou uma sucessão de viagens. Moradias... Uma delas, foi quando finalmente passei a morar sozinho! Completei meus 18 anos e com isso veio um convite para morar em Pirenópolis. Bom, não vou falar de lá agora, pois terei o prazer de fazer isso em post futuros.

Chegou setembro de 2003 e um dos artistas convidados para cantar no Canto da Primavera daquele ano, foi ela! Meu primeiro show... não vou esquecer. E olha que por muito pouco quase que não ia, pois um dos meus amigos que estavam hospedados lá em casa "fez a gentileza" de levar uma queda e torcer o pé, com isso, todos fomos para o hospital. Chegamos na Rua do Lazer o show já havia começado. E lá estava Valeria Costa. Linda! (fã puxa saco é foda!) E com o pé torcido! Show perfeito, cantei todas as músicas, exceto pelas novas que seriam lançadas em breve em seu segundo cd, titulado como "Primeiro Ato".


Em 2004 voltei a morar em Goiânia, comprei o cd, mais um para a coleção! Em 2005 morei em Curitiba e em Palmas e claro, levei esses cds comigo e apresentei para o máximo de pessoas possível. Final do mesmo ano, voltei para Pirenópolis onde fiquei até julho de 2006, fui para Brasília onde permaneci por mais dois meses. Depois voltei a morar em Goiânia. Sempre volto para Goiânia. 

Existe um trocadilho que diz... "quem bebe da água de Goiás, sempre volta".  Quem sou eu para dizer o contrário!

Virada do ano de 2005 para 2006, tive o prazer de encontrar com Valéria Costa em Pirenópolis. Ela não estava cantando! Estava reunida com uma turma de amigas festejando a virada do ano. Única coisa que me arrependo, é que não estava com câmera! E olha que ela ainda me aconselhou: "vai em casa e pega ela, uai!". Não vou entrar em detalhes... Mas foi ótimo, nem sei se ela se lembra desse encontro.

Em agosto de 2006, Valéria Costa gravou seu primeiro DVD com o título "Cada Movimento". Na época estava em Brasília. Foi meu período desligado do meio e só fui saber da existência do DVD em dezembro quando foi lançado. E adorei! Sai no meio do meu expediente para comprar o DVD. Ow, quem não tem, vale a pena ter em casa, pois é maravilhoso. Além de músicas já conhecidas, as inéditas são lindas e as regravações bem escolhidas.


Entre os anos de 2007 a 2009, tive a oportunidade de ir a mais 5 shows! Todos fui embora sem voz. O primeiro foi no antigo Omelete Club quando ainda era no St. Oeste. Fui com meu caro amigo João Paulo, mais conhecido como Jhompa! O show foi perfeito, Valeria sempre carismática e me rendeu boas fotos tanto do show, como com ela, tenho que tietar, né?! Final do show, após algumas biritinhas, meu amigo acabou indo embora e me esqueceu. Bom que teve uma boa alma que "fiz" amizade (aquela noite - Show de Valéria uni as pessoas) e me levou para a casa e tive uma noite para "posar".  Jhompito levou minhas coisas! Valeu Handa! rs

Quando voltei do Pará e de Aracaju (levei dvds e dei de presente pra um monte de gente), fui no segundo, era festa da "Domingueira", nem sei se esse lugar ainda existe. Mas esse foi memorável! Passei 3 dias de cama, com febre alta... Minha garganta estourou (nem sei se isso é possível). Gritei muito, bebi muito, gritei mais ainda, cantei todas... e no final ainda fui parar atrás do palco para um papo e claro, fotos! Infelizmente não tenho mais essas fotos. Mas foi realmente perfeito! E ainda de quebra ganhei uma amiga, Fernandinha que mora em Curitiba.

Meu terceiro show, foi o primeiro acústico. Outro show no Omelete, sendo que dessa vez já em casa nova. Omelete Mix. Passei uns três dias convidando um monte de gente. E que bom que todos foram e a casa estava cheia. Show de Valéria é sempre assim. Muito, muito cheio! 



Penúltimo show, maio de 2008, aniversário de Valéia Costa! Lindo! Perfeito! Esse eu me comportei direitinho, fiquei ali no cantinho cantando só para mim. No final, não fiquei para fotos, comprei mais uns dvds para levar para a próxima viagem. De volta ao Pará! Ah, meu aniversário desse ano Valéria cantou na abertura do show de Jorge Versílio, mas infelizmente quando eu entrei no teatro, ela já havia cantado...

Em 2009, Valéria fez alguns projetos, mas em nenhum deles deu para eu ir. Faculdade, trabalho e obrigações não ajudou muito. Mas, como nesse ano só fui viajar no final do ano aqui para o Recife, tive a oportunidade de ir para um show que teve na PUC, aniversário de 50 anos. Me despedi de Valéria ai. Depois nunca mais. 



Ano de 2010 chegou, no auge da minha separação, Valéria Costa lançou seu 4º cd, Intuição. Posso garantir que uma de suas músicas ajudou muito com a reconciliação. Eis a música...

.Música: Intuição - Valéria Costa (video)
(Valéria Costa/Alessandro Lobo/ Bruno Costa)
Se não há nada por fazer, se não há nada falar.
Podia ao menos me dizer, que ainda acredita em nós.
Se eu puder te convencer, a se entregar a essa paixão.
A gente pode ser feliz, essa é a minha intuição.

Eu não vivo de passado, te quero como for.
Não dirijo a minha vida, olhando só no retrovisor.

Eu não desisto de você.
Sexto sentido de paixão.
Esse amor vai sobreviver.
Se renda a minha intuição.

Ainda não tenho o cd, até mesmo porque ele não é vendido nacionalmente. Encontrei o "Primeiro Ato" na Livraria Cultura, mas quando fui tentar comprar o último, não foi possível. Mas, todos os cd's de Valéria Costa estão disponíveis em seu SITE, há também fotos de shows, trabalhos publicitários, entre outros. 

O bom é que hoje, dia 8 de abril, estou viajando para Goiânia, depois de 15 meses sem "dar as caras"por lá e no dia 10 haverá show! E claro que não vou perder... Então, quem estiver em Goiânia esse final de semana, domingo haverá apresentação não só de Valéria, mas de outros artistas goianos no Martin Cererê. Saia de casa e vá prestigiar bons artitas!

E com toda certeza ficarei um pouco mais, pois ei de tirar mais umas fotinhas com minha DIVA! Espero que ela leia esse singelo blog, minha homenagem a essa artista que há muitos anos faz parte da minha vida. E adoro quando ela me responde no twitter! 

Val, obrigado por tudo e pode ter certeza de que "te amarei mil vida se preciso for..."




PS: Além do site, Valéria Costa tem perfil no FACEBOOK e no TWITTER. Segue lá! E claro, conheça mais de Valéria Costa

 PS²: Fotos de arquivo pessoal e gentilmente "cedidas" em seu site.

PS³: Fazia tempo que não entrava no perfil de Valéria no twiiter, e achei ótimo saber que a frase que tem lá, é a mesma que escolhi para título desse post!