quarta-feira, 30 de março de 2011

Mar, prazer... Daniel!

Aproveitar que nessa semana se comemora aniversário da cidade de Curitiba e relembrar alguns bons momentos que passei por lá. Cidade que amei minha estadia, e que um dia ainda pretendo voltar a morar lá. Ou pelo menos passar um bom tempo...

Como contei no post anterior, fui para Curitiba de supetão, não tinha me programado! Simplesmente me deu vontade, tava com uma grana razoável para me sustentar por algum tempo. Comprei as passagens e sumi para o sul. Não conhecia nada e nem ninguém.

Fiquei hospedado na casa de pessoas que havia conhecido há alguns dias pela net, passei apenas um mês por lá, agradeço de coração a estadia. Foi uma grande ajuda. Apesar do trauma com as aranhas! Logo fui para uma pensão no centro da cidade.

Meu segundo dia em Curitiba decidi sair para conhecer um pouco da cidade, segui para o centro. Era noite. Ao passar pela frente da rodoviária, brinco com meus pensamentos que bem que poderia entrar alguém conhecido. E não é que entrou? Finalmente conheci um grande amigo que mora no interior, já tinha anos que conversavamos, mas até então, só no virtual. Foi interessante, e no momento que nos vimos, foi como se nos conhecessemos realmente há anos. Fui salvo por ele, pois acabou me deixando nos lugares que pretendia ir. Em meus planos, já havia me programado  para visitá-lo em duas semanas, mas depois desse nosso encontro casual, adiantei para o fim de semana e lá fiquei por duas semanas, que foram perfeitas!

Praia Mansa - Caiobá/Matinhos

Em primeiro lugar, eu não conhecia o mar até então. Apesar de ter nascido no Maranhão, fui conhecer o mar lá no Paraná. Mais precisamente no município de Matinhos. Quem tive interesse em conhecer a história da cidade e seus pontos turísticos, segue o link com todas as informações:  CONHEÇA MATINHOS/PR
Eu e o Paullo
Chegando em Matinhos, fui para casa de Paullo onde pude conhecer sua mãe, alguém que posso dizer sem puxando o saco ou puxando completamente, uma das grandes e inesquecíveis pessoas que vou lembrar sempre na minha vida. A noite, saímos para que pudesse me apresentar um pouco a cidade. Parada para um lanche e depois a orla da cidade. Sinceramente, fui prático e fiz algo que todo mundo faz ao chegar no mar... meter o dedo na água e depois na boca! Realmente o mar é salgado, muito salgado! 

No dia seguinte, já sozinho, sai a procura de sabonete. Andei, andei, andei... acabou sendo mais uma desculpa para sair de casa e explorar um pouco da cidade. Minha caminhada acabou me levando até a praia. Não resisti e tirei a camisa e o chinelo e sai caminhando pela areia, sentindo as ondas nos pés... Há muitos anos já vinha sonhando com essa sensação, e ainda hoje, é algo que adoro fazer. Caminhei muito!

Chegando a um certo ponto, parei e comecei a observar. Eu tinha que entrar na água. Sentia essa nescessidade. Mas, meu receio era grande, sei lá como é que fazia isso (quanta inocência), ficava lembrando o que um primo me disse quando erámos bem novos... "a onda vem e te puxa para o fundo". E la sentei na areia e olhava as pessoas de longe entrando e saindo da água. Se jogando nas ondas. E lá vai eu... "é simples, é só entrar".  

Alguns passos e dava uma paradinha. "Passou da canela, tô vivo!". Caminhei mais um pouco, me empolguei. Fiquei de costas para o mar. Quando viro fui surpreendido por uma onda que não era nada pequena e fraca. A felicidade era tanta que tava de boca aberta. Resultado? Acho que tenho sal daquele dia até hoje no organismo. Sem falar que tropecei e cai devido a força da água. Fui batizado!!!
Guaratuba, ao fundo, praia mansa em Caiobá - Matinhos
 Desde então, mar se tornou meu vício. Uma das grandes influências por ter me encantado por Pernambuco é o mar daqui. Apesar de que eu sempre tenho um receio e dos grandes quando entro na água. Mas... não é de PE que estou escrevendo.

barco na Praia Mansa - Caiobá/Matinhos
Minhas duas semanas foram bem proveitosas. Adorava andar de bicicleta a noite pela orla, indo até Caiobá, ficar sentado na area a noite, curtindo o som das ondas longe. Tomar meu café da manhã com a companhia de Ira, horas conversando admirando a natureza que tinhamos a nossa frente. Ia muito a praia, tanto na parte de mar aberto, quanto na baia, que tem uma vista linda para Caraguatatuba. E o passeio de balsa é uma recordação que não vou esquecer nunca. A vista é linda. Passeio recomendado a quem estiver por aqueles lados. 

Baía de Guaratuba, travessia de balsa.
Sai de Matinhos com saudades. Do lugar, das pessoas que pude conhecer por lá. Há alguns anos que prometo que irei aparecer, mas nunca cumpro. Acabo viajando para outros lugares. Já sinto necessidade de rever bons e velhos amigos. 

Baía de Guaratuba 






  


domingo, 20 de março de 2011

Eu e as aranhas...



Hora de voltar ao passado, dessa vez convido a todos a embarcarem para o ano de 2005 quando decidi ir passar uns dias em Curitiba, Paraná!
Minha viagem para Curitiba foi totalmente de última hora, não havia planejado bem o que iria fazer por lá! Fui demitido da antiga BrTelecom, dois dias depois que peguei o dinheiro do acerto, virei para minha mãe e disse:
- Mãe, amanhã estou indo para Curitiba!
E assim fiz! Durante a viagem conheci algumas pessoas, entre elas, se destaca a Shirley e seus seis filhos. Sendo que dela ei de falar em outras oportunidades, pois vivi muitas coisas com ela, que sempre me faziam rir muito! Aliás, ela foi meu braço direito e esquerdo enquanto estive por lá!
Jardim Botânico

A cidade de Curitiba localiza-se na região sul do país, capital do estado do Paraná. Fundada no ano de 1693, recebendo o título de capital da província do Paraná no ano de 1853, desde então a cidade, conhecida pelas suas ruas largas, manteve um ritmo de crescimento urbano fortalecido pela chegada de uma grande quantidade de imigrantes europeus ao longo do século XIX, na maioria alemães, poloneses, ucranianos e italianos, que contribuíram para a diversidade cultural que permanece até hoje. (Wikipédia - http://pt.wikipedia.org/wiki/Curitiba)
Mas, não falarei sobre a cidade e seus belos pontos turísticos, mas sim sobre um grande pavor que tenho... ARANHAS! Quem me conhece sabe bem, que até aquelas de jardim já me fazem suar frio!
Uma vez, há muitos e muitos anos atrás, acordei cedo num domingo e enquanto não chegava a hora de ir para a missa, fiquei assistindo uma reportagem sobre aranhas marrons em Curitiba... Algo que com o tempo praticamente me esqueci de tudo, exceto que, Curitiba tem muitas aranhas marrons. Mas o êxtase de viajar para uma cidade que sempre foi um dos meus “Daniel dreams”, me fez esquecer de tudo.
“Cada fêmea da aranha marrom bota ate 130 ovos por vez. Geralmente elas atacam quando pressionadas contra o corpo da vítima, que ocorre geralmente em casa, nas roupas, toalhas, sapatos e na cama. Gostam do clima quente, úmido e temperado. Só na América há mais de 50 espécies conhecidas. Somente de 12 a 24 horas após a picada (que é indolor) o veneno começa seus efeitos no corpo (a variação do tempo de ação do veneno existe pelo fato de que alguns organismos são mais fortes que outros).  Os efeitos do veneno, inicialmente são: Inchaço. Bolhas no local. Necrose (morte do tecido). Dor no local. E após algum tempo se não houver a aplicação do antídoto: Boca seca. Urina escura. Sonolência. Em alguns raros casos pode ocorrer anemia hemolítica (destruição das hemácias) e ate coagulação do sangue. A aranha marrom é comum principalmente no Paraná, local que apresenta clima favorável a sua proliferação. O soro deve ser aplicado após a percepção dos sintomas ou, se possível, logo após a picada. Os nomes dos soros são: antiloxoscélico ou o soro antiaracnídeo.”  (Disponível em 20/03/2011; Texto de Thais Pacievitch // http://www.infoescola.com/aracnideos/aranha-marrom).
Aranha marrom - foto : Rodrigo Menezes (http://meiobit.com/33487/arriscando-a-vida-por-uma-foto/)
Foto: Jornal da Povo (Jornal da Bahia) - http://www.jornaldapovo.com.br/noticia.php?id=3325
Chegando em Curitiba, fiquei hospedado por algumas semanas no apartamento de algumas pessoas que havia conhecido recentemente pelo meu antigo fotolog. Sou grato a eles! E foi nesse apartamento que fui apresentado às minhas queridas aranhas...
Em muitos apartamentos existem aqueles guarda-roupas embutido nos quartos, e lá no que eu dormia havia um. Se bem que aquilo ali era mais uma mansão para elas!
Meu segundo dia no apartamento decidi fazer uma faxina nesse “guarda-roupa”, com o intuito de arrumar uma vaguinha para guardar minhas coisas, assim que abro as portas, já estremeço ao ver umas coisinhas secas, que estranhei achando que era umas aranhas fininhas que sempre vi e que também sempre temi. Engoli o medo, e me joguei no guarda-roupa, com pano em uma mão e um “mata inseto” na outra! Resultado? Nunca vi tanta aranha reunida em um lugar só... Rezava e pedia “Não pulem em mim”, isso porque até então eu jurava que eram umas “aranhazinhas” que não faziam mal algum. Chegou um momento que cansei, tinha aranha demais!
A noite chegou, já tinha me esquecido das “maleditas” quando surgiu o assunto na televisão e então descobri que minhas companheiras, eram aranhas marrons! Reação? Passei por alguns segundos me sentindo um arco-íris, mudava de cor a cada segundo! Tremi, suei frio, cocei a cabeça, torci o pescoço, estalei os dedos e logo veio a frase em minha mente: “Se ferrou Daniel!!!”. Viajei em minhas memórias, a reportagem que assisti aos seis anos veio toda na minha cabeça.    
            Sempre tive dificuldade em dormir com a luz acessa, mas desde então só dormia no claro, acreditei que, como elas possuem hábitos diurnos, com a claridade elas pensariam (o que o medo não faz...) que é dia e não sairiam para me fazer uma visitinha na cama. Me cobria da cabeça aos pés e tinha ao lado um SBP como arma! Jura NE????E assim foi até o dia que sai do apartamento e fui morar em uma pensão no centro.
            Para ter uma despedida a rigor, um dia antes de me mudar para a pensão, fui passar o dia em Joinville, Santa Catarina. Acordei cedo, pois ia de carona com um amigo. Enquanto esperava dar a hora de sair, decidi arrumar algumas coisas. Eram cinco da manhã. Peguei a mala, abri todas os bolsos. No último, soltei a bolsa no chão e dei um grito que os meninos saíram assustado dos quartos. Imagino que devo ter acordado outras pessoas no condomínio também. Enfim, lá estavam duas aranhas dentro da minha mala! Uma seca, a outra nem sei... pulei inúmeras vezes em cima da mala, gritando: “morre, morre, morre...”.
            Bom, para a minha felicidade nunca mais tive encontros com minhas rivais. Tive a oportunidade de conhecer mais sobre elas no Jardim Botânico, onde há um centro de pesquisa. 
Ali atrás, você pode conehcer mais sobre as aranhas marrons.

                      Quem for a Curitiba não precisa ter medo, eu diria apenas para aproveitar bem a cidade e o que ela tem de melhor, ou seja, tudo! Aranha tem sim, mas elas não ficarão te seguindo aonde quer que for (elas estarão em qualquer lugar mesmo).   


segunda-feira, 14 de março de 2011

Desventurando e me aventurando!!!


Para os que não sabem, faço estágio na Secretaria do Turismo, trabalhando diretamente com os turistas, passando informações do que fazer e para onde ir, aqui no Recife e em Pernambuco. 

Algumas semanas atrás, acabei fazendo amizade com um desses turistas. Ele, residente no Acre, - primeira vez no Recife - não resisti a tentação e fui dar uma de guia turístico, algo que sei fazer bem, e por sinal adoro! Vou chamá-lo de C.
Me dei uma semana de folga da faculdade, e assim iniciamos nosso passeio por algumas praias e cidades da redondeza. Contudo, apesar de terem sido duas semanas bem animadas, tivemos nossos desencontros e desventuras.

Vamos começar por domingo, dia 27 à noite.

Após o estágio, seguimos os três pelas ruas do Recife Antigo até chegarmos à Rua da Moeda, conhecida por seus bares sentamos em um barzinho e que venham as cervejas e caipirinhas a noite quase toda! E assim, combinamos de ir logo cedo para Porto de Galinhas. Tenho certeza de que alguém já tenha visto, conhecido ou ouvido falar de lá, pois é uma das praias mais bela do Brasil.

Apesar do sono, e da falta de coragem, consegui levantar e seguir para o Cais Santa Rita. Cheguei primeiro que ele e a amiga (V.), após esperar e esperar o celular toca:

- Não é no cais não! É no terminal da Dantas Barreto!
- Deus me livre de ir pra ai! Tem um povo estranho...

Acabei indo, né! Criei um certo trauma de ir para aqueles lados, pois é muito tenso...  Mas, encontrei com eles no meio do caminho, na Igreja do Carmo. Bom, agora era só esperar o ônibus. E assim esperamos! Uma, duas horas. Detalhe, tem ônibus a cada meia hora! Já estávamos planejando em esquecer Porto e seguirmos para outra praia, sei lá... Gaibú, Itamaracá... Mas “busão” chegou e o melhor, tinha ar-condicionado. Era um pouco mais caro (R$ 9,80) e não aceita VEM Estudantil, mas como o sono era grande, ia dormir bem nas 2 horas de viagem até nosso destino.
Galinhas Foto Daniel Fernandes
Estar em Porto de Galinhas é algo sem explicação. A praia é linda. Só estando lá para poder sentir. Água azul, onde se pode ver o fundo do mar. Fazer passeio de jangada para as piscinas de corais, alimentar os peixes, mergulhar...  Nesses 15 meses que estou morando aqui no Recife, fui algumas vezes ali, e cada visita é única.
Mergulhar com os peixes Foto: Daniel Fernandes e Felipe Mendonça (passeios anteriores)
O passeio rendeu muitas fotos, é claro! Não podia deixar de levar minha câmera. Comemos no restaurante que sempre fico (Pescaria), onde por sinal servem uma comida deliciosa, quem for a Porto de Galinhas, visitem o Pescaria e se deliciem-se com o Peixe ao molho de camarão e alcaparras, acompanha um purê de abóbora (jerimum) perfeito! E o melhor, não é caro!!! Ah, não estou ganhando nada pela publicidade!
Assim como na ida, a vinda não foi das melhores. Pegamos o tradicional ônibus que leva à Porto. Saindo de Cabo de Santo Agostinho para Jaboatão dos Guararapes, pegamos um engarrafamento que fez com que nossa viagem durasse três horas. Ou seja, uma hora parado! Sem ar, sem água... cansados. Mas cheguei em casa vivo! Ah, infelizmente não levamos C para alimentar os peixes! Ponto alto para quem vai a Porto de Galinhas.
Porto de Galinhas Foto: Daniel Fernandes
Na terça, dia 1º de Março, fomos para Itamaracá! Ainda não conhecia a “famosa” ilha do Litoral Norte, e apesar dos comentários de muitos em dizer que lá já não é tão bom quanto antes, eu adorei e achei lindo o lugar!
Porém, tivemos alguns desencontros ali. A trajetória até a ilha foi tranqüila, (esperava que seria mais complicado), foi bem prática. Pega um ônibus até Igarassú e de lá, pega outro direto para a ilha. O detalhe foi, onde descer?
Descemos no terminal. Lá no final da ilha, longe de tudo, apesar de que existe uma praia há poucos metros de distância. Todos com fome, paramos em uma padaria que praticamente não tinha nada. Servidos de um cafezinho com leite e um pão com manteiga, acabamos fazendo amizade com dois franceses, os quais permaneceram conosco até a volta para o Recife! Eles JB e JC.
Após comermos, seguimos caminhando para uma praça que só estava a 2 km de onde estávamos, pois C e os franceses, estavam sem dinheiro e precisavam sacar em um caixa! Depois de uns 15 minutos caminhando, apareceu um “trenzinho” que é o meio de locomoção das pessoas por lá (lembrei da época que fui para Cotijuba, Ilha do Marajó no Pará). Ele praticamente nos salvou! Mas até encontrarmos um local que tinha caixa 24 horas, custou! E o motorista do trenzinho foi bem paciente, cuidadoso, nos ajudou em muitas coisas.
Forte Orange Foto: Daniel Fernandes
Antes de seguirmos caminho para o Forte Orange, fomos com os franceses conhecer a Vila Velha (já conhecia antes, pois fui com o pessoal da faculdade), onde está a segunda mais antiga igreja em pé do Brasil, Igreja de Nossa Senhora da Conceição. A vista de lá é maravilhosa, onde se pode ver a praia de Marinha Farinha em Paulista, a Coroa do avião e a entrada do Canal de Santa Cruz. Porém, o lugar está meio abandonado. Quem cuida são os próprios moradores. Na sacristia da igreja, há uma cômoda que fora doada pela Dona Maria Louca, além da imagem de Nossa Senhora da Conceição.
Igreja de Nossa Senhora da Conceição Foto: Daniel Fernandes
Conseguimos um táxi para nos levar até Vila Velha, preço bem em conta cobrado. O melhor, é que o taxista era bem extrovertido, falava mais do que o cd que tocava. E conhecia menos do lugar do que um dos franceses que estava conosco.
Dentro da Igreja Nossa Senhora da Conceição Foto: Daniel Fernandes
A ilha de Itamaracá teve um período onde era o “point”, mas com o tempo acabou perdendo o cargo para Porto de Galinhas. A ilha abriga um presídio, e dizem que por causa disso, muitas pessoas deixaram de visitar o local. Um dos pontos turísticos chaves de lá é o Forte Orange, que estava fechado para reforma. Mais a frente, se vê um grande banco de areia no mar, batizada como Coroa do Avião. O trajeto até lá, só  é feito em lanchas (R$ 8 ida e volta).
Coroa do Avião, vista da Vila Velha Foto: Daniel Fernandes
Forte Orange Foto: Daniel Fernandes
Apesar de não haver energia elétrica, existem alguns bares onde se pode beber uma cerveja bem gelada e comer diversos pratos, em sua maioria peixes e frutos do mar. Mas prepare o bolso, apesar de ser mais simples, é um pouco salgado o preço das refeições por lá.
É um passeio que digo que vale a pena ir, independente que seja de carro ou de ônibus. Se possível estudar um pouco do lugar, pode ter certeza de que a sensação será mais gostosa ainda, pois ali há muita história, sem esquecer que faz parte da história do nosso país.
Ah, na lancha, durante a travessia, se prepare, pois será com muita emoção. Então se você não tem medo de velocidade em “alto mar”, é uma aventura rápida, mas bem interessante!
Travessia de lancha para Coroa do Avião Foto: Daniel Fernandes
A volta foi tranqüila, até melhor que o esperado. Enquanto esperávamos o ônibus passar, um rapaz de muita boa vontade nos ofereceu carona até o Recife, não pensamos duas vezes, e fomos os cinco. Detalhe, o cara tem casa em Itamaracá, Porto de Galinhas e no Cabo de Santo Agostinho, e não é que ele ainda tentou me alugar uma!?  
Maria Farinha (crustáceo) Foto: Daniel Fernandes
Forte Orange Foto: Daniel Fernandes